quarta-feira, 9 de julho de 2008

Diminuir

Tenho que diminuir os gastos, o tempo vago, minhas horas de sono, a minha grande e tola distração. Tenho que diminuir as lágrimas expostas, as lamentações das coisas que não foram, minha ingenuidade, meu grau irresponsável de sinceridade, a minha insistente e desvairada insanidade. Tenho que diminuir as emoções em altos picos, dizem que isso é correr riscos demais. Tenho que diminuir o vício de correr riscos demais. Diminuir a quantidade de pensamentos que rondam minha mente. Diminuir a quantidade de palavras que se alojam acomodadas dentro da minha boca. E, de minha boca, diminuir o tom da voz, junto com as futilidades ditas por dizer, largadas por aí, sem ter o que fazer em alguma mente ou em qualquer lugar. Tenho que diminuir meus olhares vagos, minhas inúmeras e teatrais expressões. Tenho que diminuir a quantidade de chocolate, a gordura localizada, a celulite, algumas medidas aqui e ali do meu corpo mutante. Tudo isso para alongar minha vida.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Território

Deve ser e é algo que me falta e que não me será tirado. Não assim tão rápido e nem assim tão fácil. Relutei contra o crescimento, mas só no ínicio. Não tenho a mínima vontade de recomeçar uma guerra pra retirar as bandeiras do meu território conquistado. E sabe? Vou conquistar meus campos verdes. Vou fincar minhas bandeiras de amor e dizer que amo e que está dentro, que vive que tem, que existe e que não sairá. Até permito uns passeios, mas que volte e descanse no meu sofá.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Do contra

Estou cansada de não fazer nada. Estou cansada dos meus vícios. Sempre fui uma pessoa muito paradoxal. Se, num instante, está tudo bem, no outro o mundo está acabando. Nunca sei o que quero, mas sempre reclamo que preciso. Indecisões e o tal do ponto final andam comigo. Já nasci assim, em meio a perguntas e dúvidas. Por isso sou imprevisível, por isso que sou semi-incompreensível. Inconsequência é muralha. Minha vida está aqui para ser vivida.

Esse meu amor.

Maldito placar. Mais não teve nada que me abalasse lá. O jogo foi sensacional, Vasco jogo muito, ah não ser o Edmundo que devia ter saido. Vi tooooodos ao vivo, meu que amor, até o Dinamite. Mais não teve melhor que o Tiago defendeu muuuito, perdemos de bobeira, mais os figayras sabem que quem jogou mesmo foi a gente, e a torcida foi a loucura no primeiro gol do Vasco gritando "Au, au, au, silêncio no curral". Sempre ao teu lado até o fim, minha vida é você. E a torcida do vascão, sempre tão linda. Nós viemos para te apoiar, juntos vamos ganhar. Na alegria e na dor o sentimento não pára, pois todo vascaíno tem amor infinito.


domingo, 6 de julho de 2008

Amores são coisas da vida

Se alguém te perguntar se eu sou ainda o seu grande amor, responda apenas que não vai contar os nossos segredos. Deixe a dúvida no ar pra ninguém saber o que aconteceu. O amor de repente irá voltar pra convencer você e eu (...) A vida passa e nesse vai e vem, amores são coisas da vida.

Ver o meu timão!

Ontem de tarde fui dar umas voltas com a mammys e de noite festa julhina na Cindy e depois Djoop, que olha, sem comentários, o final mesmo, tive que acabar rindo. Não deveria, mais me poupei de algumas coisas, vai saber se merece tudo isso mesmo... Mais hoje é o big day. Porque? Só pelo simples fato de eu estar indo pra Floripa, ver o jogo do meu Vascão, que emoçãão! Então byee, porque minha felicidade ta garantida hoje.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Tempo

Muito tempo livre as vezes é um veneno. Você acaba pensando em coisas que não deveria. Acaba se lembrando de coisas que não têm mais importância. Inventa interesses, hobbies. Ouve tanta música que elas perdem o poder de comover. Lê livros teóricos porque já terminou os de literatura em sua estante. Vicia-se em youtube. Come demais, dorme demais, sonha demais. E não venham me dizer que sonhos em excesso não fazem mal, pois fazem, são perigosíssimos. Basicamente a vida passa em câmera lenta. Pelo menos esta é a impressão inicial. To indo para Navegantes na festa julhina de aniversário da Elisa. To uma beleeeza de caipira de novo, mereço...

Horas e horas

Tem horas que eu queria ter uma bola de cristal para ter certeza do meu futuro e poder parar de me preocupar tanto com ele agora. Tem horas que eu penso que a vida é divertida justamente pelo mistério do que poderá acontecer amanhã. Tem dias que eu penso que estou perdendo meu tempo aqui. Tem dias que eu acho que eu tenho tempo demais. Às vezes eu me sinto super disposta e alegre e pronta para o que der e vier. Às vezes eu me sinto um lixo e não quero falar com ninguém. Isso tudo é normal, pelo que me dizem, estou apenas sendo humana e não tem nada de errado com isso. Mas são nessas horas, quando sou consolada de minha normalidade, que eu queria ser um robô só para ser diferente.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Dor de cotovelo

Bom minha semana anda corrida, computador só de vez em quando. Hoje eu só pude rir, teve uma ai que veio falar comigo por certos assuntos, e olha, só pode ser dor de cotovelo. Já teve pessoas no qual eu me desentendi por assuntos alheios, mas é passado, mais essa venceu, chegar a vir falar na minha cara, haha. Mais o que eu tinha pra te falar, já falei né querida. Bom de tarde assisti filme, depois a Raquel e a Ize estavam aqui, e de noite vi meu lindiiis, que veio me ver. Amanhã o dia todo em Itajaí, ô céus!

terça-feira, 1 de julho de 2008

Integridade

A hipocrisia continua e sou tão melhor que tudo isso. Sou tão superior a essa ironia barata, tão superior a essas caras mau humoradas e essa gente infeliz com seus risos debochados. Felizmente aprendi a sorrir somente a quem está a altura da minha integridade e da minha simpatia. Aos demais, resta a minha boa educação. E já está provado que é muito mais do que merecem. Dignidade é virtude para poucos.